Reviravolta em Kamen Rider Zero-One compensa o tempo perdido com disputa

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O nascimento de Rampage Vulcan marca o final do atual arco

Que Kamen Rider Zero-One tinha deixado de ser a mesma série de antes da chegada de 2020, isso já sabemos. Ela perdeu tempo e qualidade com a segunda fase, que, inclusive, chegou ao fim neste domingo (29) após cinco rodadas da disputa entre as empresas rivais Hiden Intelligence e ZAIA Enterprise.

O novo episódio supriu boa parte das necessidades com a reviravolta, que muda os rumos da trama a partir de agora. Gai Amatsu/Kamen Rider Thouser não se mostrou aquele vilão 1000% maligno, mas conseguiu comprar a empresa de Aruto Hiden/Zero-One sem grandes esforços, com tentativa de trapaças e criando a narrativa que defende a extinção dos HumaGears. Devido à implantação de chips que ele fez nos cérebros de Fuwa/Vulcan e Yua/Valkyrie, que lhes permitem a transformação em Kamen Riders, Gai pode usá-los como instrumentos.

O caso de Fuwa é específico, pois a IA embutida em seu chip pertence a Naki, um HumaGear que serve à MetsubouJinrai.net. Este personagem, inclusive, vai estrear nos episódios de abril. Tudo isso foi planejado para que o agente da A.I.M.S. fosse uma cobaia de uma pretendida nova geração de super armas de Gai.

Já Yua acredita (por algum motivo) que não é um instrumento do presidente da ZAIA e que se uniu a ele por sua própria conta. O problema é que, além de seu potencial não ter sido bem explorado na série, ela não tem um motivo específico. Talvez isso faça algum sentido mais à frente. Ao menos Fuwa superou momentaneamente sua crise se transformando em Ranpage Vulcan e enfrentando Yua, que atualmente assume como Fighting Jackal Raider.

O que também muda agora, principalmente, é a venda das ações da Hiden para a ZAIA. O arco terminou com uma inicial rendição de Aruto, mas ele irá enfrentar Gai com um pouco mais de fúria. Por sinal, o que deveria ter acontecido em Zero-One, deve acontecer de fato e de vez. Tomara.


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